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Berliet Tramagal

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  O Berliet Tramagal foi o camião militar mais usado pelo Exército Português durante a Guerra Colonial, tendo sido montado em Portugal entre 1964 e 1974 pela Metalúrgica Duarte Ferreira (MDF) no Tramagal, com base no modelo francês Berliet Gazelle. Produção e Características Origem: Baseado no modelo francês Gazelle / GBC, modificado para uso militar.   Montagem: Fábrica Metalúrgica Duarte Ferreira no Tramagal, Portugal . Período: Produzido entre 1964 e 197 4. Uso principal: Transporte de tropas e material em África durante a Guerra Colonial   No entanto o motor da Berliet-Tramagal GBC era uma maravilha. Para começar, funcionava com vários tipos de combustível: contam-se, por exemplo, histórias de camiões que, na falta de gasóleo ou gasolina, chegam a andar a óleo de motor, brilhantina e até óleo de fígado de bacalhau. António Duarte valoriza isso numa viatura de guerra. “Na falta de reabastecimento, podíamos desenrascar alguns quilómetros apen...

MOTOR VW 1200 EM DETALHES!

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  O motor do Volkswagen Carocha é um bloco a gasolina de 4 cilindros opostos (boxer), refrigerado a ar e posicionado na traseira do veículo. As cilindradas mais comuns vão de 1200cc a 1600cc, destacando-se pela simplicidade mecânica, facilidade de manutenção e elevada durabilidade Para quem procura peças novas ou componentes específicos de origem para o restauro deste bloco icónico, existem fornecedores especializados como a Mecatechnic que disponibilizam desde cárteres até motores completos. Se preferir procurar blocos usados, componentes de ocasião ou motores em segunda mão em território nacional, pode consultar plataformas de classificados como o OLX Portugal Características Principais Arquitetura: Boxer de 4 cilindros horizontais opostos. Refrigeração: A ar, através de uma ventoinha acoplada ao alternador/dinamo. Alimentação: Tradicionalmente por carburador (como Solex ou Brosol). Versões e Cilindradas 1200cc: Versão clássica inicial, focada na economia e fia...

Miscelânea 9

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Arquivo Distrital de Portalegre, excursionistas para Fátima no autocarro LC-59-05, um AEC Reliance UTIC (Lisboa) da empresa J.C. Belo, número 212. ESTA CARROÇARIA EM 1966. Arquivo Distrital de Portalegre. Trata-se do IE-16-75, um Guy Arab III UTIC (Lisboa) da empresa Eduardo Jorge, número 66, novo em 1967 Teddy Pilette (Racing Team VDS - Chevron B24 #24-73-04 Chevrolet V8) à frente de Keith Holland (Ian Ward Racing - Trojan T101 #101 Chevrolet V8) e Gijs van Lennep (ShellSPORT Luxembourg - Lola T330 #HU18 Chevrolet V8) F5000, Brands Hatch, 1973. Alinhados nas boxes de Monza, os carros Lancia Ferrari D50 de Alfonso de Portago (30), Luigi Musso (28), Peter Collins (26) e Eugenio Castellotti (24), Grande Prémio de Itália, 1956. Alinhados nas boxes de Monza, os carros Lancia Ferrari D50 de Alfonso de Portago (30), Luigi Musso (28), Peter Collins (26) e Eugenio Castellotti (24), Grande Prémio de Itália, 1956. 1950 DeSoto Eight Passenger Taxi Madame e seu RENAULT DAUPHINE preto por volta d...

SUCATA AUTO

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A sucata auto é o ciclo de fim de vida útil de veículos, transformando carros abandonados ou sinistrados em matéria-prima industrial ou peças de reposição. A evolução e o conceito deste setor podem ser resumidos da seguinte forma: Origem (Ferros-Velhos Tradicionais): Com a explosão da indústria automobilística no século XX, surgiram os primeiros depósitos de carros abandonados. O foco era puramente o desmonte para a venda de peças reaproveitáveis. Revolução Industrial e Reciclagem: Rapidamente, a indústria percebeu que um carro é uma "mina de metais" (aço, alumínio e cobre). Hoje, cerca de 75% a 90% do peso de um veículo é reaproveitado. Processamento: Os veículos são despoluídos (drenagem de óleos e fluidos), as peças boas são vendidas para reposição e a carcaça restante é compactada em prensas e triturada para retornar a fundições. Legislação e Rastreabilidade: Devido ao mercado negro de peças roubadas, leis modernas exigem um rigoroso controle de licenciament...

VW Carocha Zwitter 1952

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O VW Carocha Zwitter 1952 é uma das versões mais raras e desejadas do clássico Volkswagen Type 1. Produzido durante um curto período de transição de apenas seis meses (entre outubro de 1952 e março de 1953), destaca-se por ser um "híbrido" entre duas gerações clássicas: mantém o famoso vidro traseiro bipartido ( split window ) e incorpora o interior e painel do futuro modelo Oval . O que torna o Zwitter um modelo lendário? O nome: "Zwitter" deriva da palavra em alemão para "híbrido", apelido criado pelos entusiastas para descrever a mistura de peças antigas e modernas. Produção limitada: Foram fabricadas pouco mais de 58.000 unidades, um número muito baixo comparado ao volume massivo de milhões de unidades produzido pela Volkswagen AG nos anos seguintes. Design exterior e interior: Exibe os tradicionais frisos e os indicadores de direção tipo "seta" (semáforos) nos pilares, mas, ao abrir a porta, revela o redesenhado painel de instru...